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The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore (2011), escrito e dirigido por William Joyce e Brandon Oldenburg

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Os Fantásticos  Livros   Voadores  do Sr. Morris Lessmore  me passou uma sensação de encantamento e, ao mesmo tempo, um pouco de tristeza. O que mais chamou minha atenção foi a forma como os  livros  ganham vida e acabam se tornando companheiros do personagem. Uma cena que me chamou bastante atenção foi quando Morris é levado pelo redemoinho junto com a casa. Na hora, me lembrou muito  O Mágico de Oz , principalmente pela situação da casa sendo levada pelo furacão. Também achei curioso o livro que tinha um ovo, porque ele me lembrou outro filme que tem um ovo falante, apesar de não lembrar exatamente qual. Gostei muito de como o filme consegue contar praticamente toda a história sem precisar de diálogos. As cores e a música também mudam de acordo com o que está acontecendo, deixando algumas partes mais alegres e outras mais melancólicas. Os  livros  parecem representar não só histórias, mas também as diferentes fases da vida e as memórias que...

Livros restantes (2025), dirigido por Márcia Paraíso

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Hereditário (2018), direção e roteiro de Ari Aster

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  O peso do luto e a transformação do horror em Hereditário Davi Citatin Hereditário , dirigido por Ari Aster, é um dos filmes mais importantes do terror contemporâneo. Muito além de provocar sustos, a obra utiliza o horror como ferramenta para explorar temas como luto, culpa, relações familiares e traumas, construindo uma experiência emocionalmente desgastante e extremamente envolvente. Desde os primeiros minutos, fica evidente que o foco principal não está na ameaça sobrenatural, mas na deterioração psicológica de uma família marcada por perdas sucessivas. O maior mérito do filme está justamente na forma como desenvolve esse drama familiar. O roteiro constrói seus conflitos de maneira gradual, permitindo que cada personagem reaja ao sofrimento de forma distinta e convincente. Essa construção faz com que o espectador não enxergue apenas uma família vivendo acontecimentos extraordinários, mas pessoas comuns tentando lidar com circunstâncias emocionalmente insuportáveis. É essa prox...

Vidas Passadas (2023), direção e roteiro de Celine Song

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 Apresentação de Maria Luiza Salvador, Luiza Cardoso, Melissa Prado e Ana Horst

A entrevista (1966), de Helena Solberg

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  A entrevista (1966), de Helena Solberg

Barbie (2023), dirigido por Greta Gerwig

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---- Quando a diversão encontra a crítica social: a experiência de Barbie  Davi Citatin Barbie , dirigido por Greta Gerwig, é um filme que consegue equilibrar humor, crítica social e nostalgia de maneira surpreendentemente eficiente. Partindo de uma proposta que poderia facilmente soar limitada ou excessivamente dependente da marca, a obra encontra força justamente na forma como utiliza o universo da personagem para discutir temas como machismo, identidade e expectativas sociais, sem abrir mão do entretenimento. Mesmo para quem não se conecta tanto com pautas mais sociais, o filme ainda encontra espaço para divertir e manter o espectador envolvido. Um dos maiores acertos do longa está em seu humor. Barbie entende muito bem o próprio tom e utiliza pequenos detalhes, reações exageradas e situações absurdas para criar momentos genuinamente engraçados. Grande parte da comédia surge justamente de elementos simples do universo da Barbie sendo reinterpretados de forma irônica ou autocons...